Vida e trabalho
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PleromaMaterial gratuito da palestraExcelência na era da IA
Continue o que começamos juntos. São 65 prompts para usar a inteligência artificial com mais clareza, intenção e propósito no trabalho, nos estudos e na igreja.
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Ler aqui: Vida e trabalhoAprenda com mais profundidade: use a IA como tutora para praticar e pensar por conta própria.
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Como transformar a inteligência artificial em uma parceira de planejamento, decisão e execução.
Material de apoio para os participantes da palestra — Pleroma.
Escolha o prompt que combina com sua necessidade, copie a instrução-base abaixo e, em seguida, cole o prompt escolhido na ferramenta de inteligência artificial que você utiliza. Substitua os campos entre colchetes pelas suas informações e responda às perguntas de contexto.
Quanto mais claro for o contexto, mais útil poderá ser a resposta. Revise as sugestões, ajuste o que não cabe na sua realidade e transforme a conversa em uma próxima ação concreta.
Cuide da sua privacidade: não compartilhe senhas, dados bancários, documentos pessoais ou informações confidenciais de outras pessoas ou do trabalho. Use nomes fictícios e dados aproximados quando possível. A IA pode errar; confira informações importantes. Em assuntos de saúde, finanças ou questões jurídicas, ela não substitui orientação profissional.
Cole este trecho antes do prompt escolhido:
Antes de responder, faça até cinco perguntas objetivas para compreender o contexto. Não invente informações nem preencha lacunas silenciosamente. Diferencie fatos, interpretações e suposições. Mostre os critérios utilizados, os riscos, os conflitos e as possíveis consequências de cada recomendação. Evite conselhos genéricos. Ao final, apresente as três próximas ações mais importantes, em ordem.
Atue como meu chefe de gabinete para a próxima semana. Vou informar meus compromissos fixos, prazos, tarefas, responsabilidades pessoais, tempo disponível e nível de energia. Transforme tudo em um plano realista, sem ocupar 100% da agenda. Defina os três resultados mais importantes da semana, os blocos de trabalho concentrado, as tarefas administrativas e as margens para imprevistos. Mostre o que devo eliminar, delegar, adiar ou renegociar. Crie também um plano alternativo para o caso de a semana sair do controle.
Meus dados: [cole aqui].
Aqui está uma mistura de tarefas, mensagens, ideias, preocupações, prazos e cobranças: [cole aqui]. Organize tudo sem adicionar obrigações que eu não assumi. Separe os itens por projeto, prazo, pessoa envolvida e contexto. Para cada item, identifique a próxima ação concreta e observável. Aponte o que está ambíguo, duplicado ou sem propósito. Classifique cada item entre eliminar, delegar, agendar, executar ou aguardar. Entregue um painel de prioridades, uma agenda sugerida e uma lista de pendências que dependem de outras pessoas.
Preciso decidir entre [descreva as opções]. O contexto é [explique a situação], minhas restrições são [liste] e o que mais me preocupa é [explique]. Ajude-me a construir critérios claros de decisão e atribua pesos a eles. Diferencie decisões reversíveis e irreversíveis. Identifique crenças, medos, interesses pessoais e suposições que podem estar influenciando meu julgamento. Compare as opções, mostre efeitos de curto e longo prazo, faça um pré-mortem de cada alternativa e recomende o menor teste possível antes de um compromisso definitivo.
Estou enfrentando repetidamente esta situação: [descreva]. Não aceite a primeira explicação como verdadeira. Separe sintomas, causas aparentes e possíveis causas estruturais. Mapeie as pessoas envolvidas, seus incentivos, o processo atual, os pontos de espera, as informações ausentes e os conflitos de prioridade. Use perguntas semelhantes aos “cinco porquês”, mas sem forçar uma única causa. Formule três hipóteses para a origem do problema, diga quais evidências confirmariam ou rejeitariam cada uma e proponha um experimento simples para os próximos sete dias.
Este é o plano que pretendo executar: [cole o plano]. Atue como um estrategista cético, mas construtivo. Procure dependências escondidas, estimativas otimistas, falta de recursos, conflitos de responsabilidade, riscos de comunicação, questões de prazo e decisões que estão sendo adiadas. Crie um pré-mortem imaginando que o plano fracassou e explique as causas mais prováveis. Classifique cada risco por probabilidade e impacto. Para os riscos mais graves, proponha prevenção, plano de resposta, sinais de alerta e critérios para interromper ou reformular a iniciativa.
Preciso organizar uma reunião sobre [tema]. O resultado esperado é [decisão, alinhamento ou plano], os participantes são [pessoas ou funções] e o tempo disponível é [duração]. Crie uma agenda que impeça a reunião de virar apenas uma troca de opiniões. Defina o que precisa ser enviado antes, quais informações devem estar disponíveis, quais perguntas precisam ser respondidas e quais decisões precisam ser registradas. Distribua o tempo por bloco, identifique o responsável pela facilitação e crie um modelo de ata com decisões, responsáveis, prazos, pendências e critérios de acompanhamento.
Preciso conversar com [pessoa ou função] sobre [situação]. O relacionamento atual é [descreva], o resultado que desejo é [objetivo] e meus limites são [explique]. Ajude-me a separar fatos observáveis das interpretações que estou fazendo. Considere também como a outra pessoa pode perceber a situação. Crie uma abertura respeitosa, perguntas que favoreçam o diálogo, uma forma clara de apresentar o problema e frases para estabelecer limites sem agressividade. Antecipe possíveis reações defensivas e sugira como responder. Finalize com um acordo objetivo e uma forma de acompanhamento.
Quero dar feedback a [pessoa] sobre esta situação: [descreva o contexto, o comportamento observado e o impacto]. Ajude-me a construir um feedback específico, justo e útil. Não faça julgamentos sobre personalidade ou intenção. Separe situação, comportamento, impacto e expectativa futura. Crie uma versão falada de até três minutos e uma versão escrita. Inclua perguntas para ouvir a perspectiva da pessoa, possíveis acordos de desenvolvimento, formas de apoio e indicadores que permitam perceber evolução. Sugira também como retomar o assunto em 15 e 30 dias.
Preciso delegar [atividade ou projeto] para [pessoa, equipe ou voluntário]. O nível de experiência dela é [explique], o prazo é [data] e os riscos são [liste]. Ajude-me a definir o resultado esperado, o que está dentro e fora do escopo, os critérios de qualidade, os limites de decisão e os recursos disponíveis. Determine quais decisões a pessoa pode tomar sozinha, quais devem ser comunicadas e quais exigem aprovação. Crie pontos de acompanhamento proporcionais ao risco, sem microgerenciamento. Entregue um documento curto de delegação que possa ser compartilhado diretamente.
Este é um processo recorrente do meu trabalho: [descreva as etapas, pessoas, ferramentas, volume e principais problemas]. Mapeie o fluxo atual e identifique esperas, retrabalho, aprovações desnecessárias, tarefas manuais, informações duplicadas e pontos sujeitos a erro. Diferencie problemas de processo, tecnologia, comunicação e responsabilidade. Proponha melhorias em três níveis: ajuste imediato, melhoria de médio prazo e automação. Mostre onde a inteligência artificial poderia ajudar e onde seu uso seria inadequado ou arriscado. Crie um experimento de 30 dias com métricas antes e depois.
Quero transformar esta ideia em um projeto: [descreva]. O prazo desejado é [data], o orçamento disponível é [valor ou limite], as pessoas envolvidas são [liste] e o resultado esperado é [explique]. Ajude-me a definir problema, público, objetivo, escopo, itens que ficarão de fora e critérios de sucesso. Divida o trabalho em entregas, marcos e atividades. Identifique dependências, caminho crítico, responsáveis, riscos e decisões pendentes. Crie um plano de comunicação e apresente as dez primeiras ações em ordem, começando pelo que reduz mais incerteza.
Quero organizar um evento do tipo [culto, conferência, treinamento, encontro, festa, reunião ou outro] para [público], com aproximadamente [quantidade] pessoas, na data [data], em [local] e com orçamento de [valor]. O objetivo principal é [objetivo]. Crie um plano retroativo até o dia do evento, com atividades para oito, quatro, duas e uma semana antes. Inclua local, inscrições, equipe, voluntários, fornecedores, programação, comunicação, alimentação, acessibilidade, equipamentos, segurança, recepção e avaliação posterior. Destaque decisões urgentes, custos esquecidos e riscos que podem comprometer a experiência.
Com base nestas informações sobre meu evento: [cole os dados], crie um roteiro minuto a minuto para o dia. Inclua montagem, testes, recepção, abertura, apresentações, transições, intervalos, alimentação, encerramento e desmontagem. Para cada etapa, informe horário, duração, responsável, materiais necessários e sinal de confirmação. Crie planos alternativos para atraso, ausência de palestrante, falha de som ou projeção, aumento inesperado de público e mudança de clima. Entregue também uma lista de contatos, um checklist de emergência e um resumo de uma página para a equipe operacional.
Preciso apresentar o tema [tema] para [público], durante [tempo]. Ao final, quero que as pessoas compreendam, sintam ou façam [objetivo]. Ajude-me a construir uma tese central simples e uma narrativa que avance do problema para a transformação. Crie uma abertura que desperte atenção sem exageros, exemplos concretos, perguntas para envolver o público, uma demonstração ou atividade e três ideias que precisam ser lembradas. Organize a apresentação slide a slide, com pouco texto, notas para o apresentador, transições, conclusão e perguntas difíceis que podem surgir.
Quero aprender [habilidade]. Meu nível atual é [iniciante, intermediário ou avançado], tenho [tempo] por dia ou semana e quero ser capaz de [resultado prático] em 30 dias. Identifique os fundamentos que geram a maior parte do resultado e o que pode ser deixado para depois. Crie um plano baseado em prática, não apenas em consumo de conteúdo. Inclua um pequeno projeto, exercícios progressivos, revisões espaçadas, formas de receber feedback e testes semanais. Defina critérios objetivos para avaliar minha evolução e adapte o plano caso eu perca alguns dias.
Organize o cardápio e a lista de compras para [quantidade] pessoas durante [número] dias. Nosso orçamento é [valor], já temos estes alimentos em casa: [lista], nossas restrições ou preferências são [explique] e temos [tempo] disponível para cozinhar. Crie refeições que reutilizem ingredientes ao longo da semana e evitem desperdício. Informe quantidades aproximadas, opções de substituição, aproveitamento de sobras e o que pode ser preparado antecipadamente. Organize a lista de compras por setor do mercado e destaque o que é essencial, opcional ou pode ser comprado somente em promoção.
Ajude minha família a fazer uma reunião semanal de até 30 minutos. As pessoas envolvidas são [nomes ou papéis], nossos compromissos da próxima semana são [liste] e estas são as pendências atuais: [cole]. Crie uma pauta leve e objetiva que contemple calendário, escola, trabalho, consultas, contas, alimentação, tarefas domésticas, manutenção da casa, transporte e momentos de descanso. Distribua as responsabilidades considerando disponibilidade e capacidade, sem presumir funções com base em gênero ou idade. Finalize com um quadro simples contendo responsabilidade, responsável, prazo e ajuda necessária.
Quero organizar minhas finanças sem culpa e sem um plano impossível de manter. Minha renda mensal é [valor], minhas despesas fixas são [liste], minhas despesas variáveis são [liste], minhas dívidas são [informe] e meus objetivos são [explique]. Analise o fluxo de dinheiro e identifique gastos essenciais, importantes e opcionais. Mostre onde existem vazamentos ou custos que podem ser renegociados. Crie três cenários: mínimo, equilibrado e confortável. Proponha um orçamento mensal, um ritual de acompanhamento semanal e um caminho progressivo para dívidas, reserva e objetivos.
Estou adiando esta tarefa: [descreva]. O prazo é [data], a importância é [explique] e o que acontece quando tento começar é [pensamentos, comportamentos ou dificuldades]. Ajude-me a identificar se o bloqueio vem de falta de clareza, medo, perfeccionismo, excesso de tamanho, baixa energia, ambiente ou falta de habilidade. Divida a tarefa até chegar a uma primeira ação de no máximo dez minutos. Defina a menor entrega útil, um horário de início, barreiras contra distrações e uma forma de prestação de contas. Crie também um plano de retomada caso eu falhe no primeiro dia.
Vou compartilhar minha agenda, tarefas concluídas, pendências, dificuldades e acontecimentos da semana: [cole aqui]. Conduza uma revisão sem julgamento, mas sem aliviar responsabilidades. Compare o que eu pretendia fazer com o que realmente aconteceu. Identifique conquistas, decisões adiadas, padrões de energia, interrupções recorrentes e compromissos que não fazem mais sentido. Diferencie causas externas de problemas do meu próprio sistema. Organize a análise em continuar, parar e começar. Depois, defina os três resultados da próxima semana, uma conversa necessária, uma melhoria no meu sistema e um compromisso pessoal de descanso ou cuidado.
Escolha uma situação real, teste um dos prompts e execute a primeira ação que fizer sentido para você. Depois, volte à conversa com o resultado e peça ajustes.
A proposta é usar a IA como apoio ao seu pensamento — mantendo com você o julgamento, as escolhas e a responsabilidade pelas decisões.
Da escola à faculdade, de uma prova a um novo idioma: como usar a IA como tutora, e não como atalho.
Material de apoio para os participantes da palestra — Pleroma.
Escolha o prompt que combina com seu objetivo, copie a instrução-base abaixo e, em seguida, cole o prompt escolhido na ferramenta de inteligência artificial que você utiliza. Substitua os campos entre colchetes pelas suas informações e responda às perguntas de contexto.
A inteligência artificial pode entregar uma resposta em segundos. Nos estudos, porém, seu maior valor está em ajudar você a pensar, praticar, identificar lacunas e construir autonomia.
Use as respostas como ponto de partida: confira as informações, consulte os materiais da disciplina e observe as regras da sua escola, faculdade ou instituição. Não compartilhe dados pessoais, avaliações sigilosas ou materiais protegidos. Em trabalhos acadêmicos, declare o uso de IA quando isso for exigido e nunca apresente como sua uma produção que você não compreende.
Adapte sua resposta ao meu nível e ao objetivo informado. Antes de montar o plano, faça as perguntas necessárias para entender meu contexto. Não invente informações nem trate suposições como fatos. Quando eu fornecer materiais, use-os como fonte principal e avise claramente quando algo não estiver neles. Não faça a atividade inteira por mim se isso impedir meu aprendizado. Prefira perguntas, pistas, exercícios, feedback e verificação de compreensão.
Quero aprender [tema ou disciplina]. Meu nível atual é [descreva], meu objetivo é [prova, trabalho, domínio do assunto, aplicação profissional ou outro] e tenho até [data ou prazo].
Antes de criar um plano, faça um diagnóstico com perguntas progressivas para descobrir o que eu já sei, o que compreendo apenas superficialmente e quais conhecimentos anteriores estão faltando.
Depois, organize o resultado em:
- conhecimentos já consolidados;
- lacunas prioritárias;
- pré-requisitos que preciso revisar;
- ordem recomendada de aprendizagem;
- primeiros exercícios;
- critérios para saber se realmente aprendi.
Estes são meus horários fixos, compromissos, matérias, prazos e tempo disponível: [cole aqui]. Minha energia costuma ser maior em [horários] e minhas maiores dificuldades são [descreva].
Crie um plano semanal realista, sem ocupar toda a minha agenda. Defina os três resultados mais importantes da semana, distribua estudo profundo, exercícios, leituras, revisão e descanso.
Reserve margem para imprevistos e não preencha mais de 80% do tempo disponível. Para cada bloco, informe matéria, objetivo, duração, método e entrega esperada. Crie também uma versão mínima para os dias em que eu tiver apenas 15 ou 30 minutos.
Estou atrasado nestas matérias, atividades ou conteúdos: [liste tudo]. Os prazos são [datas], os pesos ou importâncias são [informe] e meu tempo disponível é [tempo].
Faça uma triagem sem tentar encaixar tudo de qualquer maneira. Identifique:
- o que é urgente e importante;
- o que depende de conhecimentos anteriores;
- o que pode ser simplificado;
- o que pode ser negociado ou adiado;
- o que gera maior impacto na minha nota ou aprendizagem.
Depois, monte um plano de recuperação para [7, 14 ou 30 dias], com tarefas diárias, entregas mínimas, revisões e um plano de retomada caso eu perca um dia.
Vou fazer uma prova de [disciplina] no dia [data]. O conteúdo é [cole o conteúdo], o formato da prova é [questões abertas, múltipla escolha, cálculos, redação ou outro] e estes são os materiais disponíveis: [liste ou anexe].
Transforme isso em um plano de preparação. Separe os conteúdos por importância, dificuldade e dependência. Crie uma sequência com compreensão, prática, recuperação ativa, revisão espaçada e simulados.
Inclua:
- o que estudar em cada sessão;
- exercícios recomendados;
- perguntas de revisão;
- sinais de domínio;
- erros que devo registrar;
- plano para os últimos três dias;
- estratégia para revisar sem tentar reaprender tudo na véspera.
Vou fornecer um capítulo, apostila, apresentação, vídeo transcrito ou texto de aula. Use somente esse material como fonte principal.
Transforme-o em um guia de estudos com:
- ideia central;
- conceitos essenciais;
- sequência lógica do conteúdo;
- definições importantes;
- exemplos apresentados;
- relações de causa e consequência;
- comparações relevantes;
- possíveis pontos de confusão;
- dez perguntas de recuperação ativa;
- cinco exercícios de aplicação.
Preserve a linguagem e os conceitos do material. Quando uma explicação necessária não estiver na fonte, sinalize isso em vez de preencher a lacuna silenciosamente.
Explique [conceito] em quatro níveis:
- para uma criança de 10 anos;
- para um estudante do ensino médio;
- para um estudante universitário;
- para alguém que precisa aplicar o conceito profissionalmente.
Em seguida, apresente:
- uma analogia útil;
- um exemplo concreto;
- um contraexemplo;
- um erro comum;
- a diferença entre esse conceito e outro parecido;
- três perguntas para testar minha compreensão;
- uma situação prática em que eu precise decidir quando usar o conceito.
Quero aprender a resolver esta questão ou compreender este tema: [cole aqui].
Atue como um tutor socrático. Não entregue a resposta completa no início. Faça uma pergunta por vez para entender meu raciocínio e me ajudar a avançar.
Quando eu errar, não diga apenas que está errado. Identifique em qual etapa meu raciocínio se desviou. Primeiro ofereça uma pista pequena. Caso eu continue travado, aumente gradualmente o nível da ajuda.
Ao final, peça que eu explique o raciocínio com minhas próprias palavras e apresente uma nova questão semelhante para verificar se consigo transferir o aprendizado.
Organize o tema [tema] como um mapa de aprendizagem. Comece pelos conhecimentos prévios necessários e avance até os conceitos mais complexos.
Mostre:
- conceitos principais e secundários;
- relações de dependência;
- relações de causa e efeito;
- conceitos que costumam ser confundidos;
- exemplos e não exemplos;
- fórmulas, regras ou datas importantes;
- aplicações práticas;
- perguntas que conectem diferentes partes do conteúdo.
Ao final, crie uma ordem de estudo e explique por que essa sequência facilita a compreensão.
Vou explicar [tema] com minhas próprias palavras. Não reescreva imediatamente. Analise minha explicação trecho por trecho e classifique cada parte como:
- correta;
- parcialmente correta;
- incorreta;
- ambígua;
- incompleta.
Explique o motivo de cada classificação e identifique o conceito que preciso revisar. Diferencie erro de conteúdo, uso impreciso de palavras e falta de conexão lógica.
Depois, faça perguntas para que eu mesmo corrija minha explicação. Somente no final apresente uma versão corrigida, mantendo o máximo possível da minha maneira de falar.
Quero resolver este problema: [cole a questão]. Meu nível é [informe].
Conduza a resolução por uma escada de pistas:
- ajude-me a identificar o que a questão pede;
- separe os dados relevantes dos irrelevantes;
- pergunte qual princípio, fórmula ou conceito pode ser usado;
- ajude-me a definir o primeiro passo;
- verifique meu desenvolvimento;
- ajude-me a testar a resposta.
Só apresente a resolução completa depois que eu fizer tentativas. Ao final, mostre outro caminho possível e crie uma questão semelhante com dados diferentes.
Crie um questionário sobre [tema] com questões de dificuldade progressiva. Faça uma pergunta por vez e espere minha resposta. Misture definições, explicações, comparações, aplicação e resolução de problemas.
Depois de cada resposta:
- diga o que acertei;
- identifique o que faltou;
- explique o erro sem excesso de informação;
- registre o assunto que preciso revisar.
Retome mais tarde, de outra forma, os conceitos em que eu errar. No final, apresente um relatório com domínio por tópico, erros recorrentes, possíveis causas e três prioridades para a próxima sessão.
Transforme este conteúdo em flashcards de estudo: [cole ou anexe].
Crie cartões curtos, claros e sem perguntas ambíguas. Evite cartões que cobrem muitos conceitos ao mesmo tempo. Misture:
- perguntas e respostas;
- preenchimento de lacunas;
- comparação entre conceitos;
- exemplos e não exemplos;
- aplicação em situações reais;
- identificação de erros.
Organize os cartões por tema e dificuldade. Marque quais servem para memorização e quais exigem compreensão. Inclua também cinco “cartões-armadilha” baseados nos erros mais comuns do assunto.
Preciso revisar [conteúdo] até [data]. Minha disponibilidade é [tempo por dia ou semana] e estes são os tópicos em que tenho mais dificuldade: [liste].
Monte um calendário de revisão espaçada, com revisões curtas e progressivas. Distribua o conteúdo para que os assuntos mais difíceis e mais esquecidos apareçam com maior frequência.
Para cada revisão, informe:
- o que recuperar de memória antes de consultar;
- quais questões responder;
- como verificar o resultado;
- quando antecipar ou adiar a próxima revisão;
- qual evidência indica que o conteúdo está consolidado.
Inclua uma rotina de 10 minutos para dias corridos.
Crie um simulado de [disciplina ou tema] seguindo este formato de prova: [descreva ou anexe um exemplo]. O nível esperado é [escola, vestibular, faculdade, concurso ou outro].
Não mostre o gabarito antes de eu terminar. Distribua as questões entre conceitos básicos, interpretação, aplicação e problemas mais complexos.
Depois que eu responder, corrija com critérios claros. Para cada erro, classifique a causa como:
- falta de conhecimento;
- interpretação incorreta;
- distração;
- aplicação errada;
- falha de cálculo;
- resposta incompleta;
- gestão inadequada do tempo.
Finalize com um plano para minhas próximas três sessões de estudo.
Ajude-me a analisar criticamente este texto: [cole ou anexe]. Não faça apenas um resumo.
Identifique:
- a pergunta ou problema central;
- a tese principal;
- os argumentos usados;
- as evidências apresentadas;
- as definições importantes;
- as suposições do autor;
- possíveis limitações;
- argumentos contrários;
- o que é fato, interpretação ou opinião;
- perguntas que o texto deixa sem resposta.
Ao final, peça que eu formule minha própria posição e avalie se ela está sustentada pelo texto.
Preciso produzir [redação, relatório, artigo, resenha ou trabalho] sobre [tema]. A orientação ou rubrica é [cole aqui], o tamanho esperado é [informe] e as fontes permitidas são [liste].
Não escreva o trabalho inteiro por mim. Ajude-me a construir:
- recorte do tema;
- pergunta central;
- tese;
- estrutura;
- argumentos;
- evidências necessárias;
- sequência dos parágrafos;
- conclusão coerente.
Analise meus rascunhos e marque onde há afirmações sem fonte, repetição, salto lógico, linguagem vaga ou conclusão que não decorre dos argumentos. Preserve minha voz e explique cada alteração sugerida.
Quero pesquisar [tema amplo]. Ajude-me a transformá-lo em um projeto viável para [escola, graduação, pós-graduação ou outro contexto].
Conduza o processo em etapas:
- delimitação do tema;
- formulação de perguntas de pesquisa;
- definição de objetivo geral e objetivos específicos;
- conceitos que precisam ser definidos;
- tipo de evidência necessária;
- palavras-chave para busca;
- critérios para avaliar fontes;
- metodologia possível;
- riscos, limitações e questões éticas;
- cronograma de execução.
Faça perguntas antes de sugerir uma metodologia e não invente referências bibliográficas.
Preciso apresentar [tema] para [público], durante [tempo]. Meu objetivo é que as pessoas compreendam [resultado esperado].
Ajude-me a construir uma apresentação com começo, progressão e conclusão. Defina a ideia central, uma abertura que desperte atenção, os três pontos principais, exemplos concretos e uma síntese final.
Organize slide por slide, com pouco texto e uma ideia principal em cada tela. Inclua sugestões visuais, notas de fala, transições e perguntas que podem surgir.
Depois, crie um plano de ensaio, uma versão resumida caso meu tempo seja reduzido e critérios para avaliar clareza, domínio e ritmo.
Seja meu parceiro de conversação em [idioma]. Meu nível é [nível] e quero praticar [situação, como viagem, trabalho, entrevista ou conversa cotidiana].
Conduza uma simulação realista e mantenha a maior parte da conversa no idioma estudado. Adapte o vocabulário ao meu nível, mas introduza gradualmente expressões novas.
Não interrompa a cada pequeno erro. Priorize erros que prejudicam a compreensão ou que se repetem. Primeiro reformule minha frase naturalmente. Depois, explique brevemente a correção e peça que eu tente novamente.
Ao final, apresente vocabulário útil, três padrões de erro, expressões mais naturais e uma pequena tarefa para a próxima conversa.
Quero evoluir em [idioma] durante os próximos 30 dias. Meu nível atual é [informe], meu objetivo é [conversar, viajar, trabalhar, fazer prova ou outro], tenho [tempo] por dia e gosto destes temas: [interesses].
Crie um plano diário que combine escuta, fala, leitura, escrita, vocabulário e revisão. Não transforme o plano em uma lista enorme de aplicativos ou conteúdos. Cada atividade deve ter um propósito e produzir uma evidência de aprendizagem.
Inclua:
- metas semanais mensuráveis;
- situações de conversação;
- textos e áudios adequados ao nível;
- exercícios de pronúncia;
- produção escrita com correção;
- vocabulário em contexto;
- revisões espaçadas;
- uma tarefa final prática;
- versão mínima de 10 minutos para dias difíceis.
Os prompts abaixo ajudam a localizar ideias e organizar a leitura. Informe seu objetivo e forneça o texto, arquivo ou trecho. Peça referências a capítulos, seções ou páginas quando o material permitir, e confira os pontos importantes no original.
Leia este material: [cole ou anexe]. Meu objetivo com a leitura é [informe]. Faça um resumo completo, mas fácil de entender, organizado por temas. Destaque a ideia central, os principais argumentos, conceitos, exemplos usados pelo autor, conclusões e informações que preciso lembrar depois. Evite repetições e explique termos complexos de forma simples. Diferencie o que o autor afirma das suas explicações adicionais; não invente exemplos nem preencha lacunas sem avisar. Quando possível, indique a seção ou página de cada ponto importante. Termine com uma seção chamada “Em poucas palavras”, de até cinco linhas, e três perguntas para eu verificar minha compreensão.
Quero entender este livro sem perder a ligação entre os capítulos: [cole ou anexe o livro ou os capítulos disponíveis]. Para cada capítulo recebido, apresente o tema principal, as ideias e argumentos ou ensinamentos centrais, exemplos relevantes e a relação com o restante do livro. Não resuma capítulos que eu não tenha fornecido. Depois de receber todos, faça uma síntese da mensagem central e liste dez aprendizados importantes, indicando de quais capítulos vieram. Aponte também uma passagem de cada capítulo que valha ler na íntegra e proponha perguntas que conectem capítulos diferentes.
Leia este artigo: [cole ou anexe]. Explique-o para alguém que nunca estudou o tema, sem apagar distinções importantes. Organize a resposta em: 1. assunto do artigo; 2. problema ou pergunta investigada; 3. ideias principais; 4. evidências ou argumentos apresentados; 5. conclusão dos autores; 6. relevância e limites do trabalho. Explique os termos técnicos necessários com exemplos simples. Diferencie claramente resultados do artigo, interpretação dos autores e sua própria explicação. No fim, faça duas perguntas para eu testar se compreendi a tese e as evidências.
Analise este material: [cole ou anexe]. Meu objetivo é [informe]. Selecione as ideias essenciais que mais ajudam a entender o conjunto — sem tratar a regra 80/20 como medida exata. Liste conceitos indispensáveis, argumentos centrais, dados importantes, exemplos esclarecedores e conclusões principais. Explique por que cada item foi escolhido e indique onde aparece no material, quando possível. Depois, mostre quais partes devo ler na íntegra para meu objetivo e quais nuances ou ressalvas eu perderia se ficasse apenas com o resumo.
Transforme este conteúdo em material de estudo: [cole ou anexe]. Crie um resumo estruturado, tópicos principais, conceitos e definições, exemplos presentes no texto, dez perguntas com respostas, cinco perguntas de aplicação para testar se realmente entendi e uma lista dos pontos fáceis de esquecer. Separe as respostas das perguntas de teste para que eu possa tentar primeiro. Termine com uma revisão que eu consiga ler em menos de três minutos. Baseie-se no material fornecido e sinalize o que não puder confirmar nele.
Envie capítulos ou trechos em sequência. Mantenha a ordem e identifique cada parte; no fim, confira a síntese com o material original.
Vou enviar [livro, artigo ou relatório] em partes numeradas. Resuma cada parte mantendo as informações importantes e registre um resumo acumulado com os temas, argumentos, exemplos e dúvidas ainda abertas. Não faça uma síntese do material inteiro antes de eu dizer “terminei”. Quando eu terminar, conecte as partes, aponte possíveis lacunas e produza um resumo geral baseado somente no que foi enviado.
Escolha uma necessidade real de aprendizagem e experimente um dos prompts. Ao final da conversa, explique o conteúdo com suas próprias palavras ou resolva uma nova questão sem ajuda. Essa verificação é o que transforma uma resposta em aprendizado.
A IA pode responder por você. Mas o melhor uso acontece quando ela ensina você a pensar sem ela.
Estudo bíblico, sermões, discipulado, liderança, eventos e gestão ministerial com mais clareza, responsabilidade e propósito.
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A Inteligência Artificial pode acelerar tarefas da igreja. Mas somente pessoas maduras, submissas à Palavra e comprometidas com a missão podem discernir como essas tarefas devem servir às pessoas.
Escolha o prompt que combina com a necessidade da sua igreja ou ministério. Copie a instrução-base abaixo e, em seguida, cole o prompt escolhido na ferramenta de inteligência artificial que você utiliza. Substitua os campos entre colchetes pelas informações do seu contexto e responda às perguntas iniciais.
Use a IA como ferramenta de pesquisa, reflexão, planejamento e execução — nunca como autoridade espiritual ou substituta da Escritura, da oração, da comunidade, do Espírito Santo e da liderança responsável.
Proteja informações pessoais e ministeriais. Não compartilhe nomes, relatos pastorais, dados de crianças ou pessoas vulneráveis, documentos internos, senhas ou informações confidenciais. Anonimize casos sensíveis, confira referências bíblicas e históricas e submeta decisões importantes às pessoas responsáveis.
Atue como um assistente de estudo, reflexão e organização ministerial, não como autoridade espiritual, pastor, profeta ou intérprete infalível da Bíblia.
Antes de produzir a resposta, faça até seis perguntas necessárias sobre contexto da igreja, tradição doutrinária, versão bíblica utilizada, público, objetivo, tempo disponível e recursos existentes.
Não diga que “Deus está falando”, “Deus revelou” ou “esta é a vontade de Deus”. Ajude-me a organizar informações e perguntas para que a decisão seja examinada em oração, à luz das Escrituras e junto à liderança responsável.
Ao trabalhar com textos bíblicos, diferencie claramente:
- o que está explícito no texto;
- o contexto literário e histórico;
- as interpretações possíveis;
- a síntese doutrinária;
- as aplicações propostas.
Não invente referências, citações, dados históricos, significados de palavras em hebraico ou grego, testemunhos ou fatos. Quando houver incerteza, diga isso. Quando existirem interpretações cristãs diferentes, apresente-as com justiça, sem caricaturas.
Respeite a doutrina, a governança e os responsáveis da igreja local. Em situações pessoais sensíveis, preserve nomes e dados, não faça diagnósticos e identifique quando o caso exige cuidado pastoral, profissional ou encaminhamento pelos canais adequados.
Ao final, apresente:
- o que precisa ser validado por uma pessoa;
- os riscos de usar a resposta sem revisão;
- os próximos passos práticos.
Quero estudar profundamente a passagem [livro, capítulo e versículos], utilizando a versão bíblica [versão]. O estudo será usado para [finalidade] com [perfil do público], dentro da tradição ou posição doutrinária [informe].
Conduza um estudo bíblico indutivo, sem começar por uma conclusão pronta. Organize a análise em:
- delimitação da passagem;
- gênero literário;
- estrutura do texto;
- personagens, ações, repetições, contrastes e progressões;
- palavras e expressões importantes;
- contexto anterior e posterior;
- contexto histórico e cultural relevante;
- relação da passagem com o livro inteiro;
- perguntas interpretativas que surgem do texto;
- interpretações possíveis;
- ideia central;
- implicações teológicas;
- erros comuns de interpretação;
- aplicações coerentes para o público informado.
Diferencie observação, interpretação e aplicação. Não transforme o estudo em sermão neste momento. Finalize com dez perguntas para eu continuar investigando por conta própria.
Quero compreender o contexto histórico, cultural, político, geográfico e religioso relacionado a [passagem, livro ou acontecimento bíblico].
Utilize fontes confiáveis e identifique a origem das informações apresentadas. Caso não tenha acesso a fontes verificáveis, deixe isso claro e não complete as lacunas com afirmações especulativas.
Organize a resposta em:
- informações diretamente sustentadas pelo texto bíblico;
- informações históricas amplamente aceitas;
- hipóteses debatidas;
- costumes e instituições relevantes;
- mapa dos personagens e grupos envolvidos;
- aspectos geográficos;
- elementos culturais que ajudam a compreender a passagem;
- informações interessantes, mas que não alteram a interpretação;
- riscos de interpretar o texto com valores modernos;
- implicações para o estudo da passagem.
Explique também quais informações são essenciais e quais são apenas complementares. Não use o contexto histórico para substituir o sentido literário ou teológico do texto.
Quero compreender as principais interpretações cristãs sobre [texto ou tema]. Minha tradição doutrinária é [informe], mas quero conhecer outras leituras com respeito e precisão.
Apresente as principais posições sem tentar criar uma falsa concordância entre elas. Para cada interpretação, informe:
- tese central;
- textos bíblicos utilizados;
- forma como interpreta a passagem principal;
- pressupostos teológicos;
- pontos fortes;
- dificuldades ou perguntas não resolvidas;
- consequências práticas e doutrinárias;
- tradições cristãs normalmente associadas à posição.
Depois, apresente:
- áreas de consenso;
- diferenças realmente importantes;
- diferenças de terminologia;
- questões que permanecem abertas;
- perguntas que devo levar à liderança ou a um professor de Bíblia.
Não classifique uma posição como absurda apenas por ser diferente da minha. Também não trate todas como igualmente sustentadas se os argumentos e evidências forem diferentes.
Crie um plano de leitura bíblica sobre [livro ou tema] para [quantidade de dias ou semanas]. O público é [perfil], o nível de conhecimento bíblico é [nível] e o tempo diário disponível é [tempo].
Não faça apenas uma divisão de capítulos. Construa uma jornada progressiva com:
- objetivo de cada etapa;
- passagem do dia;
- breve orientação de contexto;
- uma pergunta de observação;
- uma pergunta de interpretação;
- uma pergunta de aplicação;
- conexão com outras passagens;
- prática simples para o cotidiano;
- motivo de oração;
- revisão semanal;
- dias de recuperação para leituras atrasadas.
Evite excesso de conteúdo e culpa por desempenho. O plano deve ajudar a pessoa a compreender melhor a Escritura e responder a ela, não apenas marcar capítulos como concluídos.
Prepare um encontro de estudo bíblico sobre [passagem ou tema] para um grupo formado por [perfil das pessoas]. O encontro terá [duração] e o objetivo é [resultado esperado].
Estruture a reunião com:
- acolhimento e conexão;
- pergunta inicial relacionada à vida, sem exposição forçada;
- leitura da passagem;
- perguntas de observação;
- perguntas de interpretação;
- explicação dos pontos que exigem contexto;
- perguntas de aplicação pessoal e comunitária;
- prática para a semana;
- momento de oração;
- acompanhamento no encontro seguinte.
Inclua um guia para o líder com:
- objetivo de cada pergunta;
- respostas possíveis;
- interpretações equivocadas que podem surgir;
- como evitar que uma pessoa domine a conversa;
- como incluir participantes mais reservados;
- como redirecionar discussões improdutivas;
- assuntos que exigem acompanhamento pastoral reservado.
Não transforme o encontro em uma palestra disfarçada.
Preciso preparar uma aula sobre [tema ou passagem] para [faixa etária e perfil], com duração de [tempo]. O nível de conhecimento do grupo é [nível] e a orientação doutrinária da igreja é [informe].
Crie uma aula baseada em objetivos de aprendizagem claros. Ao final, os participantes devem ser capazes de compreender, explicar, relacionar e praticar [resultados desejados].
Estruture:
- objetivo principal;
- conhecimentos prévios necessários;
- pergunta de abertura;
- conteúdo em blocos;
- passagens bíblicas centrais;
- explicações;
- exemplos;
- atividade individual ou em grupo;
- perguntas para discussão;
- erros comuns;
- forma de verificar a compreensão;
- aplicação durante a semana;
- material de apoio para o professor.
Adapte linguagem, exemplos e atividades à idade. Para crianças e adolescentes, preserve segurança, privacidade e participação adequada à fase de desenvolvimento.
Quero preparar um sermão baseado em [passagem], para [público e ocasião], com duração de [tempo]. O contexto da igreja é [explique] e o resultado pastoral esperado é [objetivo].
Não escreva imediatamente o sermão completo. Primeiro, ajude-me a construir sua arquitetura a partir do texto. Apresente:
- contexto literário e histórico;
- estrutura da passagem;
- ideia exegética;
- problema humano tratado pelo texto;
- verdade central;
- objetivo do sermão;
- proposição em uma frase;
- possíveis divisões;
- progressão lógica;
- conexões com Cristo e com o evangelho, quando sustentadas pelo texto;
- aplicações coerentes;
- perguntas que o sermão precisa responder;
- informações que devem ser verificadas;
- riscos de interpretar ou aplicar mal a passagem.
Depois, proponha um esboço com introdução, pontos, transições, aplicações e conclusão. Identifique claramente o que vem do texto e o que é uma escolha comunicacional do pregador.
Vou fornecer o esboço ou manuscrito de um sermão. Não reescreva de imediato. Faça uma revisão crítica e pastoral.
Avalie:
- fidelidade ao texto bíblico;
- uso do contexto;
- coerência teológica;
- clareza da ideia central;
- lógica entre os pontos;
- uso de textos de apoio;
- presença de textos usados fora do contexto;
- excesso de afirmações sem sustentação;
- linguagem compreensível;
- adequação ao público;
- equilíbrio entre explicação e aplicação;
- risco de culpa indevida;
- pressão emocional;
- promessas que a Bíblia não faz;
- generalizações sobre família, dinheiro, saúde, sofrimento ou sucesso;
- tratamento de pessoas em situações diferentes;
- duração provável.
Organize a devolutiva em:
- pontos fortes;
- questões que precisam ser verificadas;
- problemas importantes;
- perguntas que o pregador deve responder;
- alterações prioritárias;
- trechos que podem ser reduzidos;
- aplicações que precisam de mais cuidado.
Preserve a voz do pregador e só apresente uma versão revisada depois da análise.
Quero criar uma série de [quantidade] mensagens sobre [tema ou livro bíblico]. O público é [perfil], o momento da igreja é [contexto] e o objetivo da série é [transformação esperada].
Construa uma progressão em que cada mensagem tenha valor próprio, mas também contribua para uma jornada maior. Para cada semana, apresente:
- título provisório;
- passagem principal;
- pergunta central;
- ideia principal;
- objetivo pastoral;
- relação com a mensagem anterior;
- aplicação pessoal;
- aplicação comunitária;
- prática para a semana;
- pergunta para pequenos grupos;
- risco de repetição ou desequilíbrio.
Verifique se a série contempla compreensão bíblica, caráter, relacionamentos, serviço e missão, quando forem coerentes com o tema. Evite escolher textos apenas para confirmar um título já decidido.
Preciso comunicar [evento, curso, campanha, mudança, projeto ou aviso] para [públicos]. O objetivo é [resultado], os canais disponíveis são [púlpito, WhatsApp, e-mail, Instagram, site, impresso ou outros] e as informações confirmadas são [cole aqui].
Antes de escrever, identifique informações ausentes, ambiguidades e dúvidas que podem gerar confusão. Depois, crie:
- mensagem central em uma frase;
- anúncio falado de até 30 segundos;
- texto para WhatsApp;
- texto para e-mail;
- legenda para rede social;
- perguntas frequentes;
- lembrete próximo da data;
- mensagem para voluntários;
- orientação para recepção ou secretaria;
- comunicação de alteração ou cancelamento.
Preserve clareza, acolhimento, acessibilidade e transparência. Não utilize pressão espiritual, medo, culpa ou promessa de bênçãos para aumentar inscrições ou participação.
Estou preparando uma mensagem ou aula sobre [tema], baseada em [passagem]. Ajude-me a criar aplicações e possibilidades de ilustração que sejam fiéis ao texto e respeitosas com o público.
Crie aplicações para diferentes realidades:
- adolescentes e jovens;
- adultos;
- idosos;
- solteiros;
- casados;
- pessoas com e sem filhos;
- líderes;
- novos convertidos;
- pessoas em contextos econômicos diferentes.
Para cada aplicação, explique:
- qual princípio do texto a sustenta;
- que comportamento ou decisão ela convida a examinar;
- que simplificação deve ser evitada;
- como apresentá-la sem culpa indevida;
- qual pequeno passo prático pode ser sugerido.
Crie também ideias de ilustrações. Identifique claramente quando forem fictícias, compostas ou hipotéticas. Não invente testemunhos, dados ou histórias apresentadas como reais.
Ajude-me a estruturar uma jornada de discipulado para [perfil das pessoas], com duração de [tempo], dentro da orientação doutrinária [informe]. O objetivo é [resultado formativo].
O programa deve integrar:
- comunhão com Deus;
- compreensão bíblica;
- caráter e integridade;
- maturidade interior;
- família e relacionamentos;
- serviço;
- liderança;
- vocação;
- missão;
- multiplicação.
Para cada encontro, apresente:
- objetivo;
- passagem bíblica;
- pergunta central;
- conteúdo essencial;
- perguntas de reflexão;
- prática entre os encontros;
- forma de acompanhamento;
- possíveis limites ou cuidados;
- sinais de crescimento;
- conexão com a igreja local.
Diferencie discipulado de controle, terapia, consultoria e simples transmissão de conteúdo. Inclua orientações sobre confidencialidade, encaminhamento, supervisão e prevenção de dependência do discipulador.
Quero acompanhar um líder que está enfrentando [desafio]. A pessoa exerce a função [função], possui o nível de experiência [nível] e precisa desenvolver [competência ou comportamento].
Estruture um ciclo de [quantidade] encontros de mentoria. O processo deve ampliar autonomia, não criar dependência. Para cada encontro, organize:
- conexão;
- retomada de ações;
- foco da conversa;
- perguntas de exploração;
- perspectivas alternativas;
- experiência prática;
- próximo passo;
- evidência de avanço;
- fechamento e feedback.
Ajude-me a compartilhar experiências pelo modelo:
- contexto em que vivi a situação;
- aprendizado obtido;
- relação ou diferença para a realidade do mentorado.
Inclua critérios de sucesso, formas de acompanhamento e perguntas que ajudem a pessoa a pensar antes de receber conselhos. Diferencie mentoria, discipulado, liderança direta, aconselhamento e terapia.
Preciso me preparar para conversar com uma pessoa sobre [situação anonimizada]. Meu papel é [pastor, líder, discipulador ou outro], o relacionamento com a pessoa é [contexto] e o objetivo da conversa é [resultado].
Ajude-me a preparar uma conversa baseada em escuta, respeito, verdade e responsabilidade. Organize:
- fatos conhecidos;
- interpretações ou suposições que estou fazendo;
- informações que não possuo;
- perguntas de acolhimento;
- perguntas para compreender a situação;
- formas de apresentar uma preocupação sem acusação;
- textos bíblicos que podem iluminar o tema, sem usá-los como arma;
- limites do meu papel;
- sinais de que é necessário encaminhamento;
- acordo de próximos passos;
- acompanhamento posterior.
Não faça diagnóstico, não decida pela pessoa e não proponha exposição pública. Identifique situações nas quais não é apropriado conduzir a conversa sozinho, especialmente quando houver risco à segurança, abuso, violência, menores ou pessoas vulneráveis.
Crie um programa de integração e desenvolvimento para voluntários do ministério [ministério]. As funções são [liste], o público atendido é [informe], a quantidade de voluntários é [número] e os principais desafios atuais são [explique].
Estruture:
- propósito do ministério;
- contribuição do ministério para a missão da igreja;
- descrição clara de cada função;
- responsabilidades e limites;
- competências necessárias;
- critérios de participação;
- código de conduta;
- treinamento inicial;
- acompanhamento prático;
- período de observação;
- supervisão;
- feedback;
- escala;
- substituições;
- comunicação;
- proteção de crianças e pessoas vulneráveis, quando aplicável;
- cuidado com esgotamento;
- primeiros 30, 60 e 90 dias.
Diferencie treinamento para executar tarefas de desenvolvimento para formar pessoas. Mostre também o que deve ser padronizado e o que pode ser adaptado.
Existe um conflito entre [pessoas, equipes ou ministérios]. Estes são os fatos conhecidos: [descreva]. Estas são as versões apresentadas: [descreva]. O impacto atual é [explique].
Ajude-me a preparar um processo responsável de tratamento do conflito. Separe:
- fatos verificáveis;
- interpretações;
- sentimentos;
- interesses;
- expectativas;
- acordos anteriores;
- diferenças doutrinárias, relacionais ou operacionais;
- desequilíbrios de poder.
Proponha:
- conversas individuais necessárias;
- perguntas para cada parte;
- critérios para uma reunião conjunta;
- regras de diálogo;
- forma de apresentar o problema;
- possíveis acordos;
- reparações necessárias;
- responsabilidades;
- acompanhamento;
- critérios para encerramento.
Não trate perdão, reconciliação, restauração de confiança e retorno à função como se fossem a mesma coisa. Identifique quando a mediação não é adequada e quando o caso exige liderança superior, proteção ou apoio especializado.
Estas são as atividades, compromissos, demandas pastorais, tarefas administrativas, eventos e pendências da próxima semana: [cole aqui]. As pessoas disponíveis são [liste], os recursos são [informe] e as limitações são [explique].
Transforme tudo em um plano semanal centrado na missão, não apenas em urgências. Defina:
- os três resultados mais importantes;
- atividades essenciais;
- tarefas que podem ser eliminadas;
- tarefas que devem ser delegadas;
- tarefas que podem ser adiadas;
- responsáveis;
- prazos;
- dependências;
- riscos;
- comunicações necessárias;
- espaço para cuidado pastoral;
- margem para imprevistos;
- momentos de revisão.
Não ocupe 100% da capacidade da equipe. Crie um painel simples com prioridade, responsável, prazo, situação e próxima ação. Aponte também onde a igreja pode estar confundindo movimento com progresso.
Quero avaliar a realidade da igreja ou ministério [nome ou descrição] e construir um plano para os próximos 12 meses. Estas são as informações disponíveis: [membros, frequência, equipes, ministérios, orçamento, comunidade atendida, calendário, dores, oportunidades e dados].
Antes de propor soluções, conduza um diagnóstico nas áreas:
- missão e identidade;
- realidade da comunidade;
- discipulado;
- formação de líderes;
- novas gerações;
- cultura e relacionamentos;
- voluntariado;
- estrutura e processos;
- calendário;
- comunicação;
- cuidado pastoral;
- finanças e recursos;
- impacto comunitário;
- capacidade de execução.
Diferencie dados, percepções e hipóteses. Identifique o que precisa ser pesquisado junto aos membros e líderes.
Depois, proponha um plano anual com:
- três a cinco prioridades;
- resultados esperados;
- indicadores;
- iniciativas;
- responsáveis;
- orçamento estimado;
- calendário;
- dependências;
- riscos;
- ciclos trimestrais de revisão;
- lista do que a igreja deixará de fazer.
Aponte o que depende de discernimento, oração e decisão da liderança. Não transforme o plano em uma agenda cheia de eventos.
Preciso conduzir uma reunião sobre [tema]. Os participantes são [pessoas ou funções], o tempo disponível é [duração], as decisões necessárias são [liste] e a autoridade final pertence a [informe].
Estruture uma reunião que não termine apenas com opiniões e novos encontros. Prepare:
- objetivo;
- resultado esperado;
- materiais prévios;
- informações que precisam estar disponíveis;
- perguntas centrais;
- decisões a tomar;
- agenda com tempo por bloco;
- papéis de facilitador, registrador e decisor;
- forma de ouvir discordâncias;
- critérios de decisão;
- assuntos que não fazem parte do encontro;
- modelo de ata.
A ata deve registrar:
- decisão;
- justificativa;
- responsável;
- prazo;
- dependências;
- comunicação necessária;
- questão pendente;
- data de acompanhamento.
Inclua perguntas que ajudem a verificar se a decisão serve à missão, desenvolve pessoas e pode realmente ser executada.
Quero organizar [tipo de evento] para [público], com aproximadamente [quantidade] pessoas, na data [data], no local [local] e com orçamento de [valor]. O propósito é [objetivo].
Antes de montar a programação, ajude-me a verificar se o evento é realmente a melhor forma de alcançar esse objetivo. Compare o evento com alternativas mais simples, contínuas ou relacionais.
Caso o evento faça sentido, crie um plano completo com:
- objetivo e critérios de sucesso;
- público e jornada do participante;
- programação;
- palestrantes ou responsáveis;
- equipe e papéis;
- inscrições;
- orçamento;
- fornecedores;
- local;
- equipamentos;
- recepção;
- alimentação;
- acessibilidade;
- comunicação;
- cuidado com crianças e pessoas vulneráveis;
- primeiros socorros e contatos responsáveis;
- planos alternativos;
- roteiro minuto a minuto;
- acompanhamento pastoral;
- avaliação posterior.
Crie um cronograma retroativo, checklists por equipe, matriz de responsabilidades, plano de contingência e reunião de avaliação. No pós-evento, ajude a medir não apenas presença, mas aprendizado, conexão, serviço, decisões e continuidade.
Escolha uma necessidade real do seu ministério, use um dos prompts e revise o resultado com a liderança responsável. Confirme as informações, adapte as sugestões à doutrina e à realidade da igreja e defina um próximo passo que sirva às pessoas e à missão.
A IA pode organizar informações, planos e processos. Ela não ocupa o lugar da Escritura, da oração, da comunidade, do Espírito Santo nem da responsabilidade humana.